Dieta rica em colesterol aumenta risco de Alzheimer
www.cienciahoje.pt/index.php?oid=17520&op=all8 fev. 2007 – O consumo de alimentos ricos em colesterol, como manteiga, carne vermelha ou queijo aumenta o risco de desenvolver Alzheimer, segundo ...Colesterol - Aprendiz
www2.uol.com.br/aprendiz/n_noticias/boca_livre/id200601.htmColesterol alto causa Alzheimer. A doença de Alzheimer dá seus primeiros sinais depois dos 40 anos. Pesquisa da Universidade de Kuopio, na Finlândia, ...Colesterol e Alzheimer - Coração Saudável
coracaosaudavel.terra.com.br/fatores_integra.php?id=89Colesterol e Alzheimer. O risco também é cerebral. Foto: Colesterol alto não é um risco apenas para o coração. Ele também é perigoso para as funções ...Descoberta relaciona colesterol alto a maior risco de ...
oglobo.globo.com/.../descoberta-relaciona-colesterol-alto-maior-risco...5 abr. 2011 – Durante anos os cientistas desconfiavam que altos níveis de colesterol e a inflamação no cérebro favorecem o aparecimento de Alzheimer.Fernanda Maciel Nutricionista: COLESTEROL E MAL DE ALZHEIMER
fernandamaciel-nutricionista.blogspot.com/.../mais-uma-grave-conse...7 jul. 2009 – COLESTEROL E MAL DE ALZHEIMER. Mais uma grave consequência docolesterol elevado! Um novo estudo publicado no Journal of ...Você visitou esta página em 30/01/12.Colesterol “bom” pode diminuir risco de Alzheimer
hypescience.com › Bem-estar14 dez. 2010 – Quanto maior o nível de colesterol bom no sangue, menos chances uma pessoa tem de desenvolver mal de Alzheimer.Você visitou esta página em 30/01/12.Níveis de colesterol podem estar ligados a Alzheimer | Minha Vida
www.minhavida.com.br/.../13844-niveis-de-colesterol-podem-estar-li...13 set. 2011 – Colesterol LDL elevado pode significar uma chance oito vezes maior deAlzheimer. Esclareça seis dúvidas sobre essa doença.Pesquisa aponta relação entre colesterol alto e Mal de Alzheimer ...
noticias.uol.com.br/.../pesquisa-aponta-relacao-entre-colesterol-alto-e...13 set. 2011 – Pessoas que apresentam colesterol alto têm maior risco a desenvolver Mal de Alzheimer, de acordo com estudo publicado nesta terça-feira ...El colesterol alto propicia la antesala del Alzheimer
www.europapress.es/.../noticia-colesterol-alto-pr... - Traduzir esta página22 Mar 2010 – Niveles altos de colesterol causan Deterioro Cognitivo Leve (DCL) --un trastorno asociado a la edad y que es la antesala de la demencia senil ...Consulte resultados traduzidos do inglês para:
colesterol - alzheimer (Cholesterol - alzheimer)
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Colesterol e Mal de Alzheimer
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Colesterol “bom” pode diminuir risco de Alzheimer
Por Natasha Romanzoti
Segundo um novo estudo, altos níveis do chamado colesterol bom podem reduzir o risco de desenvolver mal de Alzheimer. Os cientistas não encontraram evidências de que altos níveis de colesterol ruim (LDL) afetassem o risco de uma pessoa para a condição.
Na pesquisa, os participantes com altos níveis de lipoproteína de alta densidade (HDL), o tipo bom de colesterol, que pode ser encontrado em castanhas, por exemplo, tinham 60% menos probabilidade de desenvolver mal de Alzheimer. Quanto maior o HDL, mais uma pessoa estava protegida da doença.
O colesterol é transportado no corpo por proteínas chamadas lipoproteínas. O LDL é conhecido como colesterol ruim porque em níveis elevados pode entupir os vasos sanguíneos e dificultar a circulação sanguínea. Por outro lado, o HDL carrega o colesterol para o fígado, onde ele pode ser quebrado e removido do sangue.
No novo estudo, os pesquisadores examinaram os níveis de colesterol de 1.130 adultos com 65 anos ou mais. De 1999 a 2001, a cada 18 meses, os participantes foram submetidos a uma série de exames médicos, psicológicos e neurológicos para medir seus níveis de colesterol e a possibilidade de mal de Alzheimer. Nenhum dos participantes tinha a doença no início do estudo.
Como o mal de Alzheimer só pode ser oficialmente diagnosticado após a autópsia – que permite aos médicos confirmar a presença de placas no cérebro – os participantes com sinais da doença foram classificados como “prováveis” ou “possíveis”.
Após cerca de quatro anos, 101 participantes desenvolveram Alzheimer, sendo que 89 dos quais eram casos prováveis. Aqueles com altos níveis de HDL tinham menos chances de serem classificados como prováveis e possíveis.
A ligação foi mantida mesmo após os pesquisadores levaram em conta fatores que poderiam ter influenciado os resultados, tais como idade, sexo, predisposição genética para a doença e ingestão de remédios para abaixar o colesterol.
Embora os pesquisadores não saibam exatamente como os níveis elevados de HDL podem impedir o mal de Alzheimer, há explicações possíveis. Eles observaram que os níveis elevados de HDL também estão associados com um risco diminuído de sofrer um derrame, conhecidos por aumentar o risco de Alzheimer. Também é possível que o HDL ajude a impedir que a proteína da doença se forme no cérebro.
Porém, os pesquisadores alertam que, como o estudo incluiu somente participantes de uma única área urbana (residentes no norte de Manhattan, Nova York, EUA), mais pesquisas são necessárias para ver se os resultados se aplicam à população em geral. [LiveScience]
domingo, 9 de outubro de 2011
Clique no seguinte LINK para saber:
http://bizinformation.org/us/www.nvegacaofluvialpaineldopaim.blogspot.com
http://bizinformation.org/us/www.nvegacaofluvialpaineldopaim.blogspot.com
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Princípio das Trocas de Informações Intrassistêmicas - Por Rosalda Paim
(Extraído do livro "Teoria Sistêmica Ecológica Cibernética de Enfermagem")
No interior do organismo humano, como em outros sistemas vivos, todas as ações fisiológicas (físico-químicas) são reações (respostas) a um conjunto de estímulos informacionais, cujos mecanismos de regulação e de controle dependem, também, de uma complexa rede de informações entre os diversos subsistemas do organismo, tudo em consonância com a programação constante do código genético e, mediadas por matéria e energia, ou seja, por fenômenos de natureza física, química ou físico-química.
Este é um dos Princípios da nossa "Teoria Sistêmica Ecológica Cibernética de Enfermagem", denominado Princípio das Trocas de Informações Intra-Sistema Humano, Princípio das Trocas de Informações Intrassistêmicas ou Princípio das Trocas de Informações Intracorpóreas
Paim, Rosalda N. C.
1 - Teoria Sistêmica Ecológica Cibernética
Este é um dos Princípios da nossa "Teoria Sistêmica Ecológica Cibernética de Enfermagem", denominado Princípio das Trocas de Informações Intra-Sistema Humano, Princípio das Trocas de Informações Intrassistêmicas ou Princípio das Trocas de Informações Intracorpóreas
Dados Internacionais de catalogação na Publicação (CIP)
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Paim, Rosalda N. C.
Teoria Sistêmica Ecológica Cibernética / Rosalda Paim
Técnica : Marcos Antonio de Oliveira - Lambari ;
Cel Informática & Editoração Ltda, 2000. 224 p.
Todos os direitos reservados ao autor
copyright by Rosalda C.N. Paim
Introdução
Este princípio se refere ao conjunto de informações resultantes de estímulos externos, oriundos do ambiente, aportados ao organismo através dos exteroceptores (receptores externos) e, por estímulos internos, originados no próprio interior do organismo e captados por interoceptores, (receptores internos).
Estas informações ou estímulos trafegam no organismo (mediadas por matéria e energia), aportando aos centros específicos de recepção, de decodificação de informações e de tomada de decisões (comando e controle), os quais emitem as respostas correspondentes, em consonância com a programação genética e adquirida.
Dessa rede de informações depende o conjunto das demais trocas que se processam no seu interior, isto é, entre suas células, seus órgãos, seus aparelhos e seus sistemas e, da totalidade do organismo, como um todo, com o meio externo (ambiente).
Todos estes processos são necessários à concretização, regulação e controle da totalidade das funções metabólicas do sistema humano e, de suas ações sobre o ambiente externo, objetivando a manutenção do estado de equilíbrio global do organismo, dos seus órgãos, aparelhos e sistemas.
Todos estes processos são necessários à concretização, regulação e controle da totalidade das funções metabólicas do sistema humano e, de suas ações sobre o ambiente externo, objetivando a manutenção do estado de equilíbrio global do organismo, dos seus órgãos, aparelhos e sistemas.
Este estado de equilíbrio depende, por sua vez, do funcionamento das células individuais (já que a célula é a unidade funcional básica do organismo) e que o estado de saúde e a continuação da vida dependem da manutenção de um adequado meio ambiente líquido, o qual banha o exterior de todas as células (meio interno ou “millieu interieur”, como o designou o grande fisiologista Claude Bernard17), ou seja, depende da constância da composição dos líquidos extracelulares.
O estado de equilíbrio do organismo é expresso pela constância da composição química e das características físicas do meio interno ou liquido extracelular, no qual está mergulhada a totalidade das células do organismo, constituindo o ambiente imediato de cada célula e, entre ambos (célula e seu ambiente), são efetuadas constantes trocas.
Portanto, todas as células, órgãos, aparelhos e sistemas, cada qual de modo próprio, desempenham papéis individuais na manutenção da constância desse meio interno líquido, processo designado homeostasia (termo criado pelo, também notável, fisiologista Walter Cannon18).
Enfatiza-se que, tudo no organismo é inter-relacionado, sistêmico. Por isto, para a consecução do seu equilíbrio global (homeostasia), para a integração e funcionamento harmônico e sinérgico de toda a sua estrutura (anatomia e histologia), de sua dinâmica (fisiologia), existem complexos mecanismos de comando, de regulação e de controle (cibernéticos) que, por sua vez, necessitam de uma, também não menos complexa, rede de informações que capta sinais do ambiente externo e de cada um dos elementos internos e, os transporta ou transmite (trocas de informações intracorpóreas) para outros pontos no interior do organismo (centros de decisão), onde serão interpretadas (decodificadas), ensejando as respostas correspondentes."
Dados Internacionais de catalogação na Publicação (CIP)
(Câmara Brasileira do Livro, SP,Brasil)
Paim, Rosalda N. C.
Teoria Sistêmica Ecológica Cibernética / Rosalda Paim
Técnica : Marcos Antonio de Oliveira - Lambari ;
Cel Informática & Editoração Ltda, 2000. 224 p.
Todos os direitos reservados ao autor
copyright by Rosalda C.N. Paim
terça-feira, 14 de junho de 2011
Aumento do colesterol bom não reduz risco cardíaco, diz estudo ( Por Dandara Medeiros)
Aumentar os níveis no sangue do chamado "colesterol bom" não reduz o risco de doenças cardiovasculares em pacientes que já tomam estatinas para reduzir o mau colesterol, revelou um estudo americano.
Cientistas do NHLBI (Instituto Nacional Americano do Coração, dos Pulmões e do Sangue), que acompanharam 3.400 casos de americanos e canadenses, anunciaram ter concluído um estudo antes do previsto, em 2012, segundo um comunicado.
Durante o estudo de 32 meses, a metade dos pacientes tomou doses extra de niacina, também conhecida como vitamina B3, para elevar os níveis de colesterol bom, além de estatina para reduzir os níveis de colesterol ruim e triglicerídeos.
A outra metade tomou um placebo no lugar da niacina e prosseguiu o tratamento com estatina.
Apesar de estar comprovado que reduzir os níveis de colesterol ruim com estatinas como Lipitor ou Zocor diminui os riscos de doenças cardiovasculares, os cientistas se surpreenderam ao descobrir que, quando os pacientes tomavam também altas doses de niacina, não havia redução de doenças cardiovasculares.
"Embora não comprovemos os benefícios clínicos esperados, respondemos a uma importante interrogação científica sobre o tratamento de doenças cardiovasculares", disse Susan Shurin, diretora do NHLBI.
"Buscar novas e melhores formas de tratar os níveis de colesterol é vital na batalha contra as doenças cardiovasculares", acrescentou.
Nos Estados Unidos morrem anualmente 800.000 pessoas com doenças cardiovasculares.
Assinar:
Postagens (Atom)